Gig Economy e seus impactos nas estruturas de trabalho atuais

Flexibilidade, liberdade e lucro por produção ganham cada vez mais espaço. Com a busca por um equilíbrio entre as rotinas profissionais e pessoais, diversos colaboradores procuram um modelo mais independente. Ou seja, a Gig Economy. Afinal, quais são os impactos que essa nova forma trouxe para o mercado de trabalho? 

É possível citar entre as vantagens do modelo gig: maior networking, experiência diferenciada e uso de ferramentas atuais. Então, confira mais sobre o que é a Gig Economy e seus impactos na prestação de serviço.

A definição de Gig Economy

Segundo o dicionário de Cambridge, o termo “Gig Economy” indica um modo de trabalho alternativo, realizado sob demanda. Assim, ele pode ser pontual ou frequente, sendo uma fonte de renda extra ou a principal de um prestador de serviço. 

Com isso, o pagamento não é fixo e depende da produtividade individual. Também é comum fazer entregas com o uso de tecnologia, como aplicativos e ferramentas digitais. Sendo muito comum para áreas como: Comunicação e Marketing, Tecnologia da Informação, Serviços de Consultoria, Design e Games. 

Os exemplos mais comuns e presentes no dia a dia são serviços como Uber e AirBnB com profissionais autônomos. No entanto, a presença da Economia Gig ultrapassa os serviços online.

Por isso, é muito mais fácil conectar profissionais que trabalham em campo com empresas que precisam de mão de obra em demanda. Logo, a Gig também está em hotéis, restaurantes, farmácias, produções de eventos etc. 

Impactos do modelo gig nas estruturas de trabalho atuais

Enquanto o modelo tradicional é regido pela Consolidação das Leis de Trabalho (CLT), tendo um escritório físico e carga horária fixa, a Gig Economy vai na contramão. Por isso, esses colaboradores não se prendem a horários, dias ou locais, tendo uma enorme liberdade profissional e flexibilidade em suas rotinas. 

Com uma onda crescente de trabalho com propósito, um dos motivos do modelo Gig fazer sucesso está nas expectativas das novas gerações. Os Millennials procuram conciliar sua atuação profissional com a oportunidade de ter novas experiências. 

Por isso, a ideia de um serviço mais flexível e sem tetos de ganho parece mais atrativa. Muito mais do que a segurança da CLT, o novo profissional quer experienciar o melhor da vida enquanto faz o seu próprio dinheiro. 

Então, entre esses impactos está a possibilidade de trocar o escritório comum por cafés, coworkings e qualquer outro lugar. Para os trabalhadores que atuam presencialmente, a tendência é não se prender apenas a um prédio fixo, mas estar em locais diferentes, de acordo com a demanda do momento. 

Também há uma descentralização da fonte de renda, já que ela costuma vir de mais de um empregador. O que é muito diferente do mercado de trabalho tradicional, onde o pagamento vem apenas de uma instituição. O resultado é mais independência, mas também mais responsabilidade. 

A Gig Economy nos dias de hoje

O que acontece nos dias de hoje é a abertura para acordos autônomos, contratação por aplicativo, benefícios à parte e pagamento por entrega. 

Diversos colaboradores já se adaptaram a essa nova forma de trabalho, enquanto outros preferem a segurança e estabilidade da CLT. Tudo depende dos objetivos e valores pessoais na carreira. 

Por isso, é inegável que a Gig Economy trouxe muitos impactos para as estruturas de trabalho atuais. O que vale é saber quais são as preferências de cada trabalhador e como as empresas podem adaptar esse sistema que está cada vez mais em alta. 

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