Flexibilidade como tendência no mercado de trabalho

A pandemia de Covid-19 interferiu diretamente nas tendências do mercado de trabalho. Redefiniu certas práticas e intensificou as mudanças que já estavam surgindo. Diante deste cenário, é impossível não reconhecer a flexibilidade como uma promessa forte. 

Muito mais do que uma possibilidade, o trabalho flexível já faz parte da rotina de diversas instituições. O que acontecerá é o fortalecimento e consolidação desse movimento para os próximos anos. Vamos conversar mais sobre isso agora, acompanhe.

A flexibilidade no ambiente empresarial

Para entender melhor sobre flexibilidade, basta avaliar o sentido da palavra. Então, flexibilizar é tornar maleável o que era rígido. Nisso, é possível pensar em regras e estruturas nas empresas que permanecem as mesmas há décadas. 

Por exemplo, o horário de trabalho, o local de serviço, o número de colaboradores em campo ou no escritório etc. A flexibilidade pode ser um acordo entre os gestores e os profissionais sobre como a função será realizada. 

Assim, outra tendência que aparece acompanhando jornadas mais flexíveis é o autogerenciamento. Com a responsabilidade pela execução nas mãos da equipe, isso evita a necessidade de um monitoramento intenso do gestor. 

Seguindo essa mesma linha, também oferece mais liberdade para os funcionários. Isso constrói uma cultura de negócio com base na confiança. Um ambiente dessa forma exige mais dedicação da equipe, claro.  No entanto, também é muito mais saudável para o colaborador, que se sente valorizado recebendo esse crédito em seu trabalho. 

Tendências no mercado de trabalho 

Do mesmo modo, uma das mudanças que podem ser observadas é exigir cada vez menos um horário fixo, mas buscar resultados. Esse desejo já é antigo para os trabalhadores brasileiros. 

Em 2017, a pesquisa “Flexibilidade no Mercado de Trabalho”, feita  pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) junto ao Ibope, mostrou dados interessantes. O estudo mostrou que 73% dos brasileiros já desejavam um expediente mais flexível. 

Porém, não precisamos limitar um horário flexível apenas aos trabalhadores celetistas. A Gig Economy, ou trabalho independente, oferece a liberdade e flexibilidade que os profissionais procuram, sem prejudicar o dia a dia de um negócio. 

Então, em períodos muito intensos, a empresa pode contratar esse novo perfil de colaborador, sem criar vínculos com horários e dias fechados. Essa contratação pode ser realizada por sites ou com aplicativos para contratar freelancers, como a Closeer. 

Nosso papel nessas tendências de mercado é unir o contratante com o trabalhador autônomo. Tudo com muita segurança e eficiência para os dois lados. Convido você para conhecer mais a Closeer e ver como podemos ajudar a sua empresa. 

Empresas cada vez mais flexíveis 

A crise atual também mostrou como o home office é uma possibilidade interessante e, precisamos dizer, necessária nesse momento. Contudo, nem todos os ramos conseguem operar de maneira remota.

Por isso, a solução é continuar com o trabalho presencial, mas seguindo todas as medidas de biossegurança recomendadas. 

Fora isso, a capacitação on-line também é uma alternativa viável. Tanto para instruir sobre os cuidados contra a Covid-19, quanto para ofertar treinamentos para produtividade e qualidade de serviço. O mundo está cada dia mais conectado!

Em resumo, é possível marcar as palavras das próximas décadas: liberdade, autogestão, trabalho independente, conectividade e, claro, flexibilidade. Então, aproveite essa tendência no mercado de trabalho e já deixe sua empresa um passo à frente.

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